MUDAR HÁBITOS PARA REGENERAR A VIDA



O corpo necessita dos macronutrientes (proteínas, carboidratos, gorduras e fibras) e micronutrientes (vitaminas e sais minerais) que estão presentes nos alimentos. A ciência da nutrição estuda sobre estes nutrientes e avalia as suas funções no organismo. No entanto, essas pesquisas estão voltadas para atender às exigências do mundo moderno e garantir a permanência do sistema capitalista.

Ao refletirmos sobre o funcionamento do corpo e sobre a manutenção da vida nos organismos vivos, podemos concluir que o homem pouco conhece sobre os processos vitais do corpo e que muitos dos procedimentos utilizados na produção dos alimentos são contrários à manifestação da vida.
No que diz respeito à nutrição do corpo, as investigações da ciência da nutrição não valorizam os aspectos relacionados à energia vital dos alimentos.
A maioria dos alimentos oferecidos no mercado são produzidos com utilização de agrotóxicos e hormônios, são refinados e ainda durante os processos de industrialização são acrescidos de substâncias tóxicas, como corantes, acidulantes, flavorizantes, conservantes, etc. Nestes diversos tipos de processamento e mesmo no cozimento, os alimentos ficam cada vez mais desvitalizados. O organismo humano ao digerir e utilizar esses alimentos esgota suas próprias reservas vitais de energia. Diante disto, não é para se admirar o surgimento de tantas doenças alérgicas e degenerativas. A alergia é um sintoma de defesa do corpo, o qual não reconhece os alimentos ingeridos, que são incompatíveis com sua natureza estrutural e energética.
A degeneração do organismo se desenvolve no decorrer da cronicidade desses processos alergênicos provenientes da batalha que o corpo estabelece, em busca do equilíbrio para a continuidade da vida.

A melhor alimentação para o corpo deve ser composto em sua maioria por alimentos: geradores de vida, que são as sementes germinadas e os mantenedores de vida, que são as verduras cruas, frutas frescas, sementes e castanhas.
Os seres vivos, que produzem esses alimentos, para serem desenvolvidos, retiram a energia vital da natureza, que vêm dos 4 elementos que a compõem: fogo (sol), ar (gás carbônico e oxigênio), água (H2O), terra (sais minerais).
Ao alimentarmo-nos de alimentos vivos, estamos nos alimentando da energia presente no meio natural que, ao interagir nos organismos vivos promove, gera e mantém a vida.

MUDAR HÁBITOS
• Conhecer o que comemos 
• Estudar sobre os aditivos químicos que estão presentes na sua alimentação; 
• Substituir os alimentos destruidores da vida por alimentos mantenedores da vida; 
• Combinar os alimentos 
• Mastigar adequadamente os alimentos 
• Incluir na alimentação os alimentos geradores de vida e ativadores da vida na sua maior parte para despoluir o organismo 
• Apanhar sol pela manhã antes das dez horas 
• Prática diária de exercício físico 

Para a mudança de hábitos alimentares, tendo como alvo uma alimentação saudável e bio- vegetariana, o aspirante que deseja fazer esta opção, para não correr o risco de uma deficiência na ingestão nutrientes, é aconselhável que faça esta mudança aos poucos incluindo na dieta os alimentos biogênico (geradores de vida), que são grãos germinados, capazes de regenerar e fornecer as substâncias ao bom desempenho do organismo.
Um período de transição é necessário para que o corpo possa de adaptar-se à nova dieta, tanto ao nível fisiológico quanto ao energético. Cada pessoa deve sentir as necessidades do próprio corpo e as necessidades de sua alma neste processo, o tempo que vai demorar em cada transição varia, pode demorar dias, meses, anos, dependendo do processo transformador que impulsiona o "ser".

Para que o aspirante possa realizar esse processo com segurança propomos quatro fases de transição.
1º Estágio: é o 1º passo em busca da saúde verdadeira e da autonomia:
• retirar da alimentação os alimentos "biocídios" que tiram a vida: 
o chocolates, leite, carnes curadas(como as salsichas, salames, mortadelas), bebidas alcoólicas, alimentos industrializados e refinados, refrigerantes, gorduras hidrogenadas e sua preparações, farinhas brancas e suas preparações, açúcar refinado e preparações, carnes produzidas como hormônios e antibióticos, adoçantes artificiais e preparações. 
o Incluir na dieta alimentos crus: frutas, verduras e germiados(no mínimo 30%); 
o Substituir o leite por iogurte, o açúcar refinado por mascavo. 
o Substituir cereais refinados por grãos integrais; 
o Incluir sumos especiais propostos na dieta básica; 
o Meditar, respirar e praticar exercícios físicos. 


2º Estágio: Seguir as restrições da fase anterior.
o retirar carnes vermelhas e ingerir carnes brancas no máximo duas vezes por semana; 
o usar claras de ovos caipira, queijo fresco, iogurte; 
o evitar o uso de açúcar mascavo; 
o Ingerir 50% de alimento crus, incluindo os germinados nas refeições principais; 
o Incluir sumos especiais; 
o Meditar, respirar e praticar exercícios físicos diariamente. 

3º Estágio: Seguir as restrições das fases anteriores.
o tirar todas as carnes e ovos; 
o usar iogurte e queijo fresco; 
o meditar, respirar e praticar exercícios diariamente. 

4º Estágio: Seguir as restrições das fases anteriores.
o Ingerir 80 à 100% de alimentos crus com a maioria dos alimentos biogênicos que aumentam a vida. 
o Excluir os produtos de origem animal; 
Meditar, respirar e praticar exercícios físicos diariamente.


Excerto do artigo escrito por Ros´Ellis Maior Moraes
Nutricionista
Copyright (c) 2001 Ros´Ellis Maior Moraes.
www.aldomon.com

Texto completo em: http://www.esnips.com/doc/4134dc8c-09cc-4cdc-809b-3c45e5ea32ee/NO-CAMINHO-DA-ALIMENTA%C3%87%C3%83O-VIVA

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